1ª Meia Maratona dos Descobrimentos

Um dia fresquinho para começar! Mais ou menos 5º C lá fora.

Preparação da praxe, acordar cedo, tomar pequeno-almoço, equipar e seguir para o destino.

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tshirt oficial

Chegado ao Restelo ainda mais frio e neblina cerrada. Foi preciso coragem para descer até à Praça do Império. Como é normal nestas provas mais populares, uma enchente de atletas e todos juntinhos.

Não estava muito confiante relativamente a esta prova, muito cansaço ainda, mas tracei o objectivo de terminar a prova.

Os primeiros kms teriam mais inclinação e partir daí sempre a direito, uma vez que o percurso teve de ser alterado.

 

 

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que frio…minutos antes da partida

Ao 2º segundo km pensei em desistir… as dores nas pernas eram demais e ainda faltavam  alguns kms de prova. Apesar deste inconveniente estava a rolar a uma média de 5’30” e assim segui até ao 5º Km. Dores atenuadas e média regular. 

Percurso já conhecido de tantos treinos e algumas provas, kms bem marcados e vísiveis e até aqui abastecimentos (água) suficientes.

Ao 10º Km momento que marcou a prova, cruzei-me a Analice Silva. Uma atleta de respeito que faz 70 anos esta semana.Cumprimentei-a e perguntei-lhe como estava a correr a corrida. ao que ela respondeu, que ia devagarinho (5’30”-6’00”) porque ontem à noite tinha corrido 30 Kms. Gargalhada geral de todos os atletas que estavam à sua volta e uma grande salva de palmas. Uma verdadeira inspiração!

Segunda surpresa, pouco mais à frente foi o momento de devorar o primeiro gel comprado na mini-feira que a organização montou na Cordoaria Nacional. Com os conselhos atenciosos da Pro Runner comprei produtos da Enervit. A experiência foi muito positiva, fiquei totalmente rendido. Super revigorante e fez com que pensasse em aplicar uma estratégia progressiva a metade do percurso. Média de 5’30” na primeira metade e imprimir agora mais velocidade na segunda metade.

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o registo dos primeiros kms

Até aqui faltavam os abastecimentos líquidos (para além da água) e sólidos mencionados no regulamento da prova e que a esta altura alguns atletas já pediam.

Treze kms feitos e a partir daqui foi literalmente sempre a acelerar, com alguns kms abaixo dos 5’00”. Os géis e algumas “lebres” que fui apanhando, ajudaram a elevar a média desta segunda parte da prova.

Meta à vista e novo recorde pessoal em prova para esta distância 1:52:43 (tempo de chip), 1614º na classificação geral e 306º no meu escalão.

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a merecida medalha

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Resumo:

Pontos positivos | + organização + sinalização do percurso + kit de participação

Pontos negativos | -abastecimentos (ausência de sólidos durante a prova e no final apenas uma maçã)

 

*fotos Pedro Barbeitos e Correr Lisboa

 

 

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